A produção de DL-ácido mandélico começa com a reação do benzaldeído com cianeto de sódio e bissulfito de sódio para formar mandelonitrila. Este intermediário é então hidrolisado sob condições ácidas-geralmente ácido sulfúrico a 80–100 graus -para produzir o ácido bruto. A mistura é resfriada, filtrada e cristalizada em água ou etanol para isolar o pó branco. A pureza atinge 99%+ após a recristalização. A forma DL racêmica vem diretamente desta via, uma vez que não ocorre separação quiral. Os produtores de (DL-ácido mandélico) controlam rigorosamente a temperatura para evitar reações colaterais como a formação de benjoim. O rendimento normalmente atinge 85–90% com boa otimização do processo. O tratamento de águas residuais lida com resíduos de cianeto com cuidado para atender às normas ambientais. Algumas plantas utilizam reatores de fluxo contínuo para melhor consistência e segurança em relação aos métodos descontínuos. O produto final é seco, moído e embalado sob nitrogênio para evitar oxidação. As verificações de qualidade incluem HPLC para pureza, ponto de fusão (118–120 graus) e rotação óptica (próximo de zero para DL). O processo permanece-econômico quando dimensionado, tornando-o amplamente disponível para uso cosmético e farmacêutico.
Como os fabricantes produzem ácido DL-mandélico em escala industrial?
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